FEVEREIRO ROXO: todos juntos na luta contra o lúpus

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Fevereiro é o mês dedicado a conscientização e combate ao Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES).

Saiba mais sobre esta doença que é bastante prevalente e nem sempre tão conhecida pela população. 👇🏻

O que é lúpus?

Lúpus é uma doença autoimune sistêmica, que pode gerar uma grande variedade de sintomas. Pode acometer a pele, as articulações, os rins, pulmões, coração e cérebro.

O que acontece no lúpus é que as células de defesa do paciente saem de controle e passam a atacar estruturas do próprio corpo, o que não deveria ocorrer normalmente. Este ataque é chamado de ataque autoimune e, para ser controlado, precisa normalmente de medicações imunossupressoras, ou seja, que diminuem a ação do sistema de defesa – para que parem de atacar o próprio organismo.

O lúpus é contagioso?

Não, o lúpus não é contagioso. Portanto, não pode ser transmitido entre as pessoas.

Além disso, é uma doença que não tem cura. No entanto, ao longo dos anos, pode ser controlada através do tratamento – o que chamamos de remissão.

Quem pode ter lúpus?

O lúpus é uma doença que pode acometer qualquer sexo e idade, podendo acontecer até mesmo na infância. É 10 vezes mais comum em mulheres, mas não é um diagnóstico exclusivo do gênero.

Como é feito o diagnóstico do lúpus?

O diagnóstico é realizado após avaliação do paciente em consultório. É necessária a realização da entrevista médica (anamnese), em que se esclarecem os sinais e sintomas que a pessoa apresenta. Depois, é realizado o exame físico, em que é possível detectar alguns indícios sugestivos de lúpus. Um sinal muito clássico do lúpus é o rash malar, também conhecido como asa de borboleta.

Outra etapa importante para realizar o diagnóstico do lúpus é a realização de exames complementares, de sangue e, eventualmente, de imagem ou biópsias.

Como é o tratamento do lúpus?

O tratamento do lúpus envolve cuidados com a pele, incluindo o uso diário de protetor solar com FPS acima de 30 – até mesmo quando não há sol ou quando não se sairá de casa. Isto é importante, pois os raios ultravioleta emitidos até mesmo pela luz artificial podem ativar a doença.

Dependendo do acometimento dos órgãos, pode ser necessário uso de imunomoduladores, como antimaláricos (Hidroxicloroquina) e uso de imunossupressores e corticoesteroides.

O LES tem muitas perspectivas de tratamentos futuros, além dos atuais, uma vez que as pesquisas clínicas estão evoluindo cada dia mais. O Centro de Pesquisa Clínica ReumaCenter sente orgulho de fazer parte deste progresso desde o ano 2000, oferecendo diversos tratamentos com agentes biológicos.

Se você foi diagnosticado com lúpus, possui mais de 18 anos e não está respondendo ao tratamento atual, clique aqui.

Autoria de Dra. Samanta Gerhardt (CRM-RS 42972 | RQE 38023).

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